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segunda-feira, 8 de abril de 2013

WeLomo: dois filhos da Aquapix

A Aquapix foi minha segunda câmera analógica de plástico. Ganhei ela em num sorteio que a ToyCamera fez no twitter. Essa é câmera muito simples, com todas as configurações fixas. Ela vem com uma caixa estanque que permite levar ela pra debaixo d’água. A primeira vez que carregamos ela, o filme travou. O Eric abriu a câmera à noite, no quarto com a luz apagada e debaixo do lençol e, às cegas, colocou o filme de novo no lugar.

Lomo AquaPix, Gerânio AzulLomo AquaPix, Gerânio AzulLomo AquaPix, Gerânio AzulLomo AquaPix, Gerânio Azul Lomo AquaPix, Gerânio Azul Lomo AquaPix, Gerânio Azul Lomo AquaPix, Gerânio Azul Lomo AquaPix, Gerânio Azul
Fizemos pouco com ela. Ela travou nas duas vezes que usamos, acabamos perdendo filme  e daí ficamos escabreados. Além das fotos desse post, poucas outras renderam. Foram dois filmes de 36 e só 17 fotos vingaram. Apesar disso, as bordas brancas queimadas nos cantos de algumas fotos são bem legais =P.

Lomo AquaPix, Gerânio Azul Lomo AquaPix, Gerânio AzulLomo AquaPix, Gerânio AzulLomo AquaPix, Gerânio Azul
A AquaPix tá guardada já tem um tempo, descansando na estante. Mas pretendo arriscar dando a ela um retorno glorioso quando a oportunidade certa surgir: piscina ou mar, num dia de sol bem claro. Vai ser divertido!

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welomo somos eu e ele. Pra gente lomografia sempre foi coisa de casal. Para saber da nossa história com a lomografia clique
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terça-feira, 5 de fevereiro de 2013

WeLomo: primeira tentativa com Redscale

Em meados de 2011 compramos um pacote de filme Redscale. Um ainda tá guardado, um foi usado na Holga e ainda não revelamos e um foi clicado com a Diana Mini e o resultado que conseguimos foi esse:

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Não gostei tanto do resultado. Achei que usamos muito aleatoriamente, acho que ficaria melhor se as fotos clicadas fossem compostas, pensadas pro filme. Mas foi a primeira vez, não fazíamos a menor ideia do resultado que teríamos. Ainda assim, foi divertido. Não sei investiria novamente em filmes assim de fábrica, acho que preferiria comprar um pra x-pro, mas quem sabe a gente não tentar um redscale caseiro, sei lá. Uma das coisas que gostei foi as fotos com tons diferentes entre si. Quanto mais luz, mais intenso o vermelho fica. 
 
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Outras fotos desse mesmo filme podem ser vistas no álbum Testing the Redscale, na nossa LomoHome. Ainda temos mais um pra revelar e outro pra queimar. Vamo ver no que dá.

Em outras notícias analógicas, estamos oficialmente sem lugar pra revelar nossas filmes. Já tinha um tempo que não revelávamos mais aqui em Parauapebas já que o única laboratório que ainda fazia esse serviço só ligava a máquina de quinze em quinze dias e cobrava 1 real por foto revelada e digitalizada, independente do resultado e, do meio pro fim, não comprou mais os produtos químicos e suspendeu o serviço. Estávamos revelando em Marabá, onde um único laboratório ainda fazia esse serviço. Daí no final do ano passado descobrimos que a máquina deles quebrou e, por conta do pouco uso, o custo o conserto não valeria a pena pra loja. Os filmes que estavam esperando revelação foram levados pra Belém por um amigo e agora eu não sei direito como vamos fazer. Vamos precisar de muito esforço e da boa vontade de amigos pra manter a continuidade da nossa vida amorosa analógica.

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quarta-feira, 31 de outubro de 2012

Retratos de Mallu por Marcelo

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Não prestei muita atenção na Mallu Magalhães na época da chatinha Tchubaruba, nem da polêmica do começo do namoro com o Camelo. Quando todos começaram a falar do seu último cd, Pitanga, parei pra escutar e, claro, não tem como não gostar de Velha e Louca e reconhecer a mudança de estilo da garota. Mas, pra ser sincera o que me fez cair de amores pela Mallu foram os retratos. Ah, os retratos… *suspiros* 

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Os retratos são feitos com câmeras Praktica, Leica e creio que com algumas outras câmeras não especificadas. Eu poderia passar horas olhando pra eles.

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Ando obsecada, perseguindo a Mallu desesperadamente pela galeria do Marcelo Camelo no flickr. Vale muito a pena espiar a galeria do cara. Imagina a delícia ter retratos analógicos seus assim. São tão lindos, tão despretenciosos, tão leves.


sexta-feira, 4 de maio de 2012

WeLomo: WeRock

E na falta de novas revelações, continuo revirando os arquivos dos filmes antigos. Fotos tiradas no ano passado, numa festa na UEPA, durante uma apresentação da banda Belzeblus, onde o Eric é baterista. O filme usado foi Lomography X-Pro 200 na Diana Mini, usando flash, sem filtro colorido.  Como sempre, é só clicar nas fotos pra dar um pulo na nossa LomoHome.

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As duas fotos half-frame lá de cima, as primeiras, do Eric tocando, são minhas favoritas.. Nesse filme tentei fotografar com a Diana no modo half-frame e na vertical. A dificuldade pra enquadrar prejudicou um pouco, foram várias cabeças cortadas, mas acho que algumas fotos ficaram bem legais. Importante: a Diana Mini só fotografa half-frame ou square-frame, então acho importante explicar o motivo de algumas fotos estarem no formado normal (tipo 10x15). Explico: o cara que revelou e digitalizou o negativo no laboratório achou estranho as fotos ‘pregadas uma na outra’ e resolveu separar, criando arquivos diferentes para maioria das fotos que deveriam ficar juntas. Fica a dica pra quem tem ou pretende ter uma DianaMini: explique, tim-tim por tim-tim na hora de mandar revelar e digitalizar seu filme e depois, repita a explicação.

Agora, vendo essas fotos, lamento horrores não ter insistido pro Eric levar a Diana quando ele foi pro fiasco do Metal Open Air em São Luís e por não ter levado a bonita pro show do Los Hermanos em Belém. Ambos os eventos não foram tão bem registrados por nossas lentes digitais, mas tenho certeza que um toque analógico teria deixaria a gente mais inspirado.

Bom final de semana.
bjbj.


sábado, 21 de abril de 2012

Bordado fotografias…

Na semana passada a Nina, do blog Road Trip da Nina, postou sobre intervenções artísticas em fotografias e mostrou coisas lindas no “DIY: Transformando fotos analógicas” Parte I e Parte II.  Clica pra ver como é coisa linda, coisa criativa, a cara da Nina. A idéia inicial é dar uma cara nova pra fotos analógicas que não saíram tão legais quanto o planejado. Quem fotografa com filme e câmeras de plástico sabe que, é difícil um rolo pra não sair com algumas fotos tremidas, os com um enquadramento estranho, ou superexpostas. Mas fica legal em qualquer foto, tenho certeza.

Quando li os post lembrei automaticamente de um filme que eu usei na Holga e que foi clicado todinho, acidentalmente, com ela no modo B. Resultado: fotos excessivamente claras e borradas. Vendo as criações da Nina, decidi: linha e agulha nelas!

E o resultado final da primera intervenção foi esse aí em baixo. O reflexo muito louco no óculos que o Eric tá usando é da foto mesmo! Um dos acasos incríveis que só a lomografia traz pra gente.

Taí, coloquei toda a minha habilidade no ponto atrás em prática. Primeiro escrevi o “She & Him” em marrom. Gostei, mas achei que tava muito simplinho e sem vida. Daí resolvi bordar uma cantoneira colorida.

Obrigada, Nina, pela inspiração. Amei os seus projetos e ainda vou me inspirar neles pra pelo menos mais uma foto-transformação.

bjbj


segunda-feira, 19 de março de 2012

WeLomo: bora bater bolo?

Sim, nós usamos uma boa parte de um filme especial para fotografar o processo de bater um bolo e adoramos isso. Essas fotos foram tiradas aqui em casa, nas férias de julho do ano passado, quando Eric veio passar vários dias aqui comigo. Em quase todas as vezes que nos encontramos e temos um tempinho, nós assamos um bolo. É meio que uma tradição, nós fazemos muito isso desde o início do namoro.

Essas fotos foram tiradas com o filme Lomography X-Pro 200 na Diana Mini, usando flash, sem filtro colorido. Essas fotos são do mesmo rolo das fotos desse post. Como sempre, é só clicar nas fotos pra dar um pulo na nossa LomoHome. 

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O bolo das fotos acima, o Duo Paixão de chocolate, é um dos favoritos da vida e tá com a gente desde o comecinho da tradição. É gostoso até quando a mistura da massa com a calda quente desanda na hora de desenformar. O Eric tá ficando perito, diz que o segredo tá no jeito de jogar a calda quente por cima da massa na forma. E eu acredito porque outro dia ele desenformou um Duo Paixão perfeito.

Nesse dia batemos também um Coco Gelado, que rola muito aqui em casa e é muito bom. Nesse dia minha mãe deixou até ele por nossa conta. Vendo essas fotos agora lembrei da experiência analógica nº 59 do blog 361+5 e como é gostoso colocar a mão na massa e depois desfrutar de um bolo, quentinho ou gelado, com café com leite. Delícia.

Bake a cake, por welomo Bake a cake, por welomoBake a cake, por welomoBake a cake, por welomo
Às vezes reclamo que eu e o Eric não temos muitas fotos, que não registramos tudo o que eu gostaria. Isso é bem verdade, namoro a distância é puxado e quando a gente se encontra quer mais é ficar junto e muitas vezes esquece de registrar os detalhes. Agora mesmo acabei de voltar de um fim de semana em Marabá sem uma foto sequer. Mas esqueço disso quando olho essas fotos.  É um registro tão rico, é nossa essência e conta muito da nossa história. E isso significa muito pra mim. Fico tão feliz quando olho essas fotos...

Boa semana pra todo mundo.
bjbj