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quinta-feira, 3 de outubro de 2013

Colação de grau

Como eu contei no post sobre minha defesa de TCC, dia 20 de setembro foi minha colação de grau. Chegamos no campus de bicicleta, eu e o Eric, às 10h30 da manhã e o auditório já estava lotado. A cerimônia foi comum a todos os que terminam o curso do início o ano pra cá, nada muito pomposo. Um juramento coletivo, assinatura da ata e done: eu estava de grau colado.

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Do ‘meu pessoal’ quem também colou grau nesse dia foi a Raquel, minha companheira de sala, de ênfase, de orientador e dia da defesa, o Nilson e o Pereira. Olha a gente fazendo pose de recém-graduados no estacionamento do campus. =)

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O almoço da defesa foi no Jin Jin’s, lugar que abriu um tempo e eu estava doida pra experimentar. Pena que não tinha biscoito da sorte. Almoçamos eu, o Eric e minha sogra e só quando estava lá lembramos que não tiramos nenhuma foto juntos no campus, nem mesmo eu e o Eric. =/

No mais, talvez pela rapidez e simplicidade da coisa, ou o fato de que o diploma só vai chegar daqui um tempo, eu não achei a colação assim tão marcante. O dia da defesa do tcc continua sendo o maior marco do fim do curso pra mim. Mas dia 20/09 foi um bom dia. Fora que foi a primeira vez na vida que eu usei um salto alto no campus. Mas cheguei e saí de Havaianas, por que esse foi o calçado oficial dos meu anos de faculdade e não ia quebrar a tradição. =P

Agora é esperar pelo diploma e pensar qual será a próxima aventura.


quarta-feira, 11 de setembro de 2013

Defendi o TCC. Finalmente!

Eu acho que não falei muito disso aqui no blog, mas nos último 3 anos eu estive amarrada com meu trabalho de conclusão de curso. Sim, três anos. É muito tempo. Mas aqui estou, falando no passado, porque há quase um mês atrás #blogueirarelapsa, dia 14/08, na quarta-feira da semana passada eu finalmente defendi o meu TCC. E meu conceito foi EXCELENTE!

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Duas horas antes da apresentação eu estava agoniada, nem chorar pra aliviar a tensão eu conseguia. Eu sabia o que ia falar, só não tinha certeza de como. Não conseguia ensaiar, não conseguia cronometrar as falas pra saber o que cabia nos 15 a 20 minutos que eu tinha pra apresentar. No momento da apresentação eu estava nervosa, mas coloquei tudo pra fora. Durante o tempo em que eu desenvolvia a pesquisa e o texto meu pensamento era: quando chegar a hora de apresentar o trabalho significa que ele já tá pronto, então o mais difícil já passou e o trabalho é meu, eu fiz ele de verdade e vou saber defende-lo. Acho que foi isso mesmo. Fiquei nervosa, esfreguei as mãos o tempo todo, mas não foi difícil. Saiu. Recebi boas críticas, elogios e sugestões.

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E esses dias têm sido os primeiros do resto da minha vida. Meio dramático, é, mas com toda essa dificuldade e pendenga no final, terminar definitivamente a graduação foi uma conquista gigantesca. Nos últimos tempos eu estava constantemente me preocupando em estudar ou me culpando por não estar estar estudando. É engraçada a sensação de não ter mais que me pensar nisso. Ainda não sei o que vai ser do meu futuro acadêmico. Ouvir o meu orientador falar sobre como o meu trabalho tem potencial para uma continuação no mestrado me faz pensar nisso, mas não quero decidir nada agora. Sei que essa fase de curtir não ter que me preocupar em estudar vai passar rapidinho. Agora tô organizando a papelada e as correções da versão final. A colação vai ser no dia 20/09 e eu estou animada.

Nos meus agradecimentos escrevi uma frase que não poderia ser mais verdadeira: eu nem sei quem eu seria sem a experiência acadêmica e pessoal que a universidade me proporcionou. Foi onde eu mais errei, fiz besteiras, fiz amizades verdadeiras, me machuquei, aprendi muito sobre a vida, a minha inclusive, e sobre o mundo, me decepcionei, me tornei adulta, percebi o que eu não queria pra minha vida, me apaixonei e encontrei o amor verdadeiro. Não fui apenas um curso, foi uma vida. Bem, uma fase dela. Uma que será oficialmente encerrada esse mês. Se outras virão, saberemos mais pra frente.


quarta-feira, 17 de abril de 2013

Feriado e fim de semana em Marabá: 29 a 31/03

Esse foi um feriado+fim de semana, muito desejado. Já faziam exatos 30 dias que eu não via o Eric e a saudade tava apertada. Para os dias 29 a 31/03 o plano era ir na casa de uma amiga para uma ‘Margarita’s Nigth’, receber o Misha, um rapaz russo que pediu sofá na casa do Eric pelo Couchsurfing, fazer cookies e assistir o show do Zeca Baleiro, parte da comemoração do centenário de Marabá.

Fizemos tudo isso mesmo, mas as fotos foram poucas. Na sexta, entretidos com margaritas, não tiramos uma foto sequer! O Misha chegou cedo e assim que acordamos fomos buscar ele no local combinado. No sábado à tardinha, depois que o Misha chegou, fomos junto com minha sogra dar uma volta na Orla do Rio Tocantins e mostrar um pouquinho da cidade pra ele.

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De volta em casa, eu e o Eric tiramos um cochilo que nos atrasou para o show. Chegamos na Velha Marabá e o Zeca nem me esperou, já tava no palco. O show foi todo debaixo de chuvisco e chuva (bota reparo nos guarda-chuvas na foto abaixo). Levamos um guarda-chuva também, o que foi um pouco desconfortável, mas eu não podia me dar ao luxo de gripar outra vez. O show foi ótimo e, apesar de ter perdido as primeiras músicas, ainda ouvi algumas das melhores.  
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Domingo foi dia de colocar a mão na massa e fazer cookies! Usamos essa receita aqui, que encontrei no blog Two Bee (beijo, Bianca!). Essa foi a segunda vez que tentamos fazer cookies. A primeira foi um desastre total. Hoje, lendo as dicas e receitas da Bianca e pesquisando sobre o assinto, sei que a primeira tentativa estava mesmo fadada ao desastre. Mas com essa receita a coisa andou até bem. Há muito para melhorar e eles precisam ficar mais bonitinhos, mas os dessa primeira leva não sobrou nenhum, então…

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E na segunda, quando fomos levar o Misha para Transamazônica para voltar a sua vida de caroneiro e eu fui pra rodoviária voltar pro Peba, o nascer do sol foi assim, meio chuvoso. A vontade era de me aconchegar no Eric e não sair de lá por nada. Mas o fim de semana terminou e a vida amorosa à distância precisa continuar. 

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Mas ele vai estar aqui, do meu lado daqui a exatos três dias. Vamos ter outro fim de semana de perto. Isso deixa o meu sorriso maior.